O patrimônio espeleológico é definido como um conjunto de elementos bióticos e abióticos, socioeconômico, histórico e culturais, subterrâneos ou superficiais, representados pelas cavidades naturais subterrâneas, ou a estas associados, incluindo as cavernas, também designadas regionalmente como grutas, lapas, tocas, abismos, furnas e buracos, seu ambiente, conteúdo mineral e hídrico, e as comunidades bióticas ali encontradas e o corpo rochoso onde as mesmas se inserem , desde que sua formação tenha sido por processos naturais, independentemente de suas dimensões ou do tipo de rocha encaixante (CONAMA, 2004 apud RUCHKYS et al, 2015).

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