Este Caderno Metodológico é um esforço de instrumentalização, um material orientador que pretende estimular os diversos atores sociais a participarem de forma ativa, organizada e intencional em processos de educação ambiental e mobilização social em saneamento, exercendo, de forma qualificada, seu fundamental papel no controle social das ações de saneamento desencadeadas. É um documento elaborado de forma participativa, fruto do trabalho compartilhado entre Ministério das Cidades, Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Educação, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Saúde por meio da Funasa – Fundação Nacional de Saúde e Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz, e Caixa Econômica Federal.

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O caderno acolheu ainda as contribuições surgidas ao longo de dois ciclos de oficinas que ocorreram nos anos de 2006 e 2008 em diferentes regiões do País, envolvendo a participação de diversos atores sociais com atuação em educação ambiental, mobilização social e saneamento.

Não se pretende com este material esgotar todas as possibilidades, esclarecer todas as dúvidas e questões relacionadas à forma como a educação ambiental pode contribuir no enfrentamento da problemática socioambiental associada ao saneamento, uma vez que não se acredita em soluções únicas e formatadas. A riqueza desse processo está na criação coletiva de soluções e estratégias pautadas em princípios sólidos, democráticos e contextualizados às realidades locais.

O Caderno traz algumas orientações e referências metodológicas com o intuito de estimular e contribuir para o desenvolvimento de ações articuladas de educação ambiental e mobilização social, que tenham como características a participação popular, a continuidade e o comprometimento com mudanças estruturantes, extrapolando os limites da sensibilização na busca pela construção de sociedades sustentáveis.

O instrumento proposto destina-se aos grupos e instituições que atuam ou venham a atuar e interagir na condução dos projetos socioambientais associados aos empreendimentos feitos em saneamento, sejam eles os titulares dos serviços, universidades públicas ou privadas, coletivos educadores, organizações não governamentais, empresas de consultoria, ou ainda, grupos comunitários constituídos com este objetivo. Cabe a estes grupos e instituições realizarem as adequações necessárias à contextualização do Caderno visando sua aplicação às diversas realidades. É importante, ainda, editar permanentemente o conhecimento abordado, inserindo novas alternativas e utilizando uma linguagem que esteja em sintonia com as peculiaridades locais.

 

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